Irmãs,melhores amigas.Imensas personagens á sua volta.Camufladas,mas reais.Devoram sonhos.Personalidades,estados de espírito,amores imperfeitos,traições diabólicas.Viciadas em pessoas.Uma delas viciada em Fluoxetina.Histórias reais e fictícias.Drogas.Instantes mágicos.Formas de ser,de estar. Divertidas.Deprimentes.Sempre a descobrirem-se a elas próprias e aos outros.
Quinta-feira, 29 de Setembro de 2011
Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011
Oportunidades vs Oportunismos
Criar ou agarrar oportunidades é uma coisa. Ser oportunista é outra completamente diferente !!! Há tanto quem me inspire estas palavras por esse mundo fora !!! Inspiram-me para estas coisas e "desinspiram-me" outras...tais como a confiança !!! Todos nós temos tanta coisa para dizer. Eu exprimo-me pela escrita...e serve-me como terapia !!! A minha maior fonte de inspiração são ...as pessoas. São os sentimentos, as emoções, os interesses. É por isso que a minha maior paixão são as pessoas...mesmo aquelas que depois se revelam diferentes do que aquilo que me pareceram quando as conheci e quando me apaixonei pela sua essência. Hoje sinto-me inspirada. Algo ou alguém provocou tal inspiração em mim...e eu só espero que as minhas palavras cheguem a quem precisa delas...
Mafalda
Segunda-feira, 19 de Setembro de 2011
A nossa diferença #1
A nossa diferença está na coragem, na força e no sorriso com que desenvolvemos as nossas capacidades e o nosso dom.
Mafalda
Quarta-feira, 7 de Setembro de 2011
Começar de novo ...
foto: Graça Loureiro
Não existe fase mais dramática e aflitiva, mas ao mesmo tempo mais libertadora do que matar uma soma gigantesca de pormenores para iniciar uma nova fase. Sou eu a despedaçar-me muitas vezes, a estilhaçar sentimentos, a espatifar o coração e a dividi-lo cada vez mais. São pensamentos apinhados na garganta. É a voz que me falha na hora de os verbalizar. Sou eu a chorar até que as próprias lágrimas se cansem de fazer o seu trajecto. A rever todos os aborrecimentos empilhados em mim. O sentir o anoitecer gelado, a escutar a cólera sentida pela ausência desta ou daquela pessoa, ou experimentar a comparência assídua e repetida das saudades. Sou eu a analisar todas as banalidades e bagatelas que por vezes me entretêm o pensamento e acabam por ocupar parte dos meus dias. A auscultar a minha consciência, a agradecer a quem devo e a culpar quem o merece. A redobrar cabeçadas e tropeções naturais de quem ainda vive de cegueiras e fantasias. A punir-me pelas máculas e cicatrizes que se vão aglomerando em mim, porque ainda me esqueço de usar o escudo de protecção e de salvaguardar-me de certas situações. Sou eu a retalhar emoções, a dilacerar distúrbios e a rasgar a alma.
E sabes quando é que tudo começa a ter sentido? Quando me lembro que para começar de novo... preciso de mim inteira.
Não existe fase mais dramática e aflitiva, mas ao mesmo tempo mais libertadora do que matar uma soma gigantesca de pormenores para iniciar uma nova fase. Sou eu a despedaçar-me muitas vezes, a estilhaçar sentimentos, a espatifar o coração e a dividi-lo cada vez mais. São pensamentos apinhados na garganta. É a voz que me falha na hora de os verbalizar. Sou eu a chorar até que as próprias lágrimas se cansem de fazer o seu trajecto. A rever todos os aborrecimentos empilhados em mim. O sentir o anoitecer gelado, a escutar a cólera sentida pela ausência desta ou daquela pessoa, ou experimentar a comparência assídua e repetida das saudades. Sou eu a analisar todas as banalidades e bagatelas que por vezes me entretêm o pensamento e acabam por ocupar parte dos meus dias. A auscultar a minha consciência, a agradecer a quem devo e a culpar quem o merece. A redobrar cabeçadas e tropeções naturais de quem ainda vive de cegueiras e fantasias. A punir-me pelas máculas e cicatrizes que se vão aglomerando em mim, porque ainda me esqueço de usar o escudo de protecção e de salvaguardar-me de certas situações. Sou eu a retalhar emoções, a dilacerar distúrbios e a rasgar a alma.
E sabes quando é que tudo começa a ter sentido? Quando me lembro que para começar de novo... preciso de mim inteira.
Sexta-feira, 2 de Setembro de 2011
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